Floquinho

Eu, Floquinho, nasci no dia 2/12/2020.
A minha dona já me conhecia antes de me levar para casa. Fui para a casa da dona no dia 16/01/2021.
Foi uma grande jornada. Fui acolhido, amado e mais tarde tive um irmão.
Eu fui um guerreiro. Passei por muito. A primeira cirurgia foi para ser castrado e passei pela corda bamba. Depois, ano passado, tirei um olho.
Este ano, o que me levou para o céu foi um tumor.
Mas, tirando isso, eu brinquei, pulei, comi muito, andei à luta com os meus irmãos.
A minha última memória é ter dormido no colo da mãe, que tanto me amou e cuidou. Eu amava dormir no colo da minha mãe porque não foi apenas dona, mas sim uma grande mãe. E um presente que ela me deu foi um pai, que eu amei tanto que vou sentir falta dele. Pai, eu também te amo.
Eu parti com 4 anos fantásticos.
Obrigada, mãe e pai, por tudo o que puderam fazer.
Agora, cuidem do Ambrósio, crescemos juntos, temos a mesma idade, até fazemos anos no mesmo mês. Irei sentir a falta dele.
Não posso esquecer do mano Houdini, o mano mais novo que recebi com tanta alegria. Foi assim que a nossa mãe descobriu que eu amava porquinhos-da-índia bebés; até os beijava com tanta alegria. Eu ensinei-te tanta coisa, Houdini, mesmo que ele me causasse dores de cabeça.
Cuidem deles. Que eu irei olhar por vós.

9/10/2025
Um grande obrigado.
E umas lambidelas para os meus pais.